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quinta-feira, 12 de março de 2009

Faça seu processador parecer dual-core e acelere seu PC!

O Alexandre Do Blog Cachoeirinha City sugeriu um tutorial de otimização do Windows Vista. Enquanto eu não o faço, essa sugestão me lembrou de um programa que falarei a seguir. Este programa otimiza computadores com processadores de 1 só core ou processadores fracos. É uma ajuda e tanto para o Windows, seja XP ou Vista.
O programa de que falo é o MZ CPU Accelerator, vamos conhecê-lo


Como funciona?
O MZ CPU Accelerator trabalha elevando a prioridade do processo do programa que você está trabalhando, o programa da janela que está ativa. Por exemplo: Você clicou no Internet Explorer, ele elevou a prioridade dele. Logo depois, clicou no MSN, ele elevou a prioridade do MSN e voltou a do Internet Explorer ao normal. Ele trabalha direcionando maior tempo de processador para o programa que o usuário está usando no momento.

Os ganhos são reais?
Sim! Para computadores fracos, sente-se até a barra de rolagem do navegador ficar mais rápida. Em computadores mais rápidos, tem-se a sensação de estar usando um dual core, pois fica possível executar duas tarefas pesadas ao mesmo tempo (embora diferentemente dos Dual Core, haverá perda de desempenho na que está em segundo plano). Não recomendo este programa para computadores com dois ou mais núcleos, pois embora fique mais rápido os programas, perde-se o equilibrio da divisão das tarefas do processador, sendo só útil em jogos, por exemplo.

Instalando e usando
Baixe o MZ CPU Optimizer no site oficial, aqui. Escolha o link do FilesUpload.com, e quando clicar no link de download, desça a tela, clique na opção free member, avance e aguarde a contagem regressiva terminar para seu download ser liberado (quando aparecer o link escrito download).
A instalação é simples, e constitui-se basicamente do famoso next, next, next, finish. Ao término, o MZ CPU Accelerator será aberto próximo ao relógio, e uma tela de ajuda em inglês surgirá. Feche a tela e abra o MZ.

É necessário ter o .NET Framework 2.0 instalado caso você esteja usando o XP





Currently Optimizing - Status atual: Disabled ou MZ Cpu Acelerator (ativado)
CPU Usage - Porcentagem de uso do processador

Priority level - Nível de prioridade:
Above Normal - Acima do normal (recomendo para melhor equilibrio)
High (padrão) - Alto
Realtime - Tempo real (não use em hipótese alguma! Pode causar travamento)

Options:
Run at system startup - Iniciar com o Windows (recomendado caso goste dos efeitos)
Start Activated - Assim que o programa é aberto, já se auto ativa.
Start Minimized - Inicia minimizado, já no tray, próximo ao relógio. Recomendado para quem colocar para iniciar com o Windows.

Tray Icon Type:
MZ CPU - Mostra o ícone do programa (recomendo)
Uso de CPU - Mostra quantos % de CPU está sendo usado, no tray. Não recomendo pois isso faz utilizar mais recursos do sistema.

Bom, o que recomendo já está acima. Após selecionar o que desejou, clique em Activate na parte inferior, que o programa será ativado, e depois clique em send to tray para ele ser enviado para o tray e continuar ativo.

Se gostar do programa, além de colocar ele para iniciar com o Windows, recomende este artigo para seus amigos, e também poste suas impressões!

Espero que tenham gostado!

Abraço!

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Alguns Truques e Segredos Para WinXp!

Alguns Truques e Segredos Para WinXp!

Mas falando da matéria, hoje fazendo algumas pesquisas na internet descobri algumas façanhas para se fazer no Windows XP, uma delas é como trapacear no Campo Minado, no Paint, e Varios Outros.



Bloco de Notas

O Segredo - Crie um arquivo de “Log”
As Instruções - Abra o Bloco de Notas, digite “.LOG” (sem aspas) e aperte “Enter” para ir para a próxima linha. Vá em “Arquivo”, clique em “Salvar Como…” coloque o nome de desejar e salve-o onde quiser. Quando você abrir, veja que legal, aparece a data completa da última vez que abriu esse documento.
Nota - Se você o salvar com o nome “.LOG” (sem aspas) não aparecerá nada no nome do documento.
Paint

O Segredo - Rastro da Imagem
As Instruções - Abra uma imagem, selecione-a, segure Shift e a arraste, veja que belo rastro!

O Segredo - Zoom de 10x
As Instruções - Abra uma imagem e clique no botão “Lente de Aumento”. Depois dê um clique com o botão esquerdo do mouse na linha abaixo de 8x.

Agora sim, os queridos jogos!

FreeCell



O Segredo - Vitória Rápida
As Instruções - Durante um jogo qualquer aperte Ctrl + Shift + F10. Aparecerá uma janela com três opções: “Anular, Repetir, Ignorar”, clique em “Anular” mova qualquer carta e corra para o abraço!

O Segredo - Dois Jogos Escondidos
As Instruções - Vá em “Jogo>Selecionar Jogo” e na caixa escreva -1 ou -2 (sem aspas).


Campo Minado



O Segredo - Pare o Relógio
As Instruções - Comece um jogo, quando o relógio começar a funcionar aperte Windows + D e o tempo irá parar.




Pinball


O Segredo - Bolas Extra
As Instruções - Escreva 1max antes de começar o jogo

O Segredo - Gravidade 0
As Instruções - Escreva gmax antes de começar o jogo

O Segredo - Seja Promovido
As Instruções - Escreva rmax antes de começar o jogo

O Segredo - Modo Deus
As Instruções - Escreva hidden test (com espaço mesmo) antes de começar o jogo, aí poderá comandar a bolinha com o mouse! E ainda mais precione:
H - Para ter 1,000,000,000 pontos
M - Mostrar a quantidade de memória no sistema
R - Ser promovido
S - Mostrar os Frames

O Segredo - Bolas Ilimitadas
As Instruções - Escreva bmax antes de começar o jogo e toda vez que a bolinha cair, aparecerá outra rapidinho!




Paciência

O Segredo - Vitória Rápida
As Instruções - Aperte Ctrl + Shift + 2 durante o jogo, para ganhar.

O Segredo - Vire 1 carta, mesmo jogando com 3
As Instruções - Segure Ctrl + Alt + Shift e clique no maço com 3 cartas e virará somente uma!

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Diminuindo espaço do iTunes e Quick Time Player

Eu instalei o iTunes semana passada, e me assustei muito com o tamanho dele… Ele é muito grande… Ocupa só ele 50 Mb + 70 Mb do Quick Time Player… Mas tem um jeito de deixar o iTunes com 20 Mb e o Quick Time Player com 50 Mb… Como??? Leia a seguir:

1. Após instalado o iTunes, vá na pasta C:\Arquivos de programas\iTunes. Lá você encontrará 4 pastas (na versão 7.3). Como você pode ver tem 3 pastas com um “.Resources”. Entre dentro delas e delete todos as pastas menos a que está escrito en.lproj.

Isso quer dizer… Essas pastas “.RESOURCES” contém todos os arquivos de linguagem, e como ele tem como padrão o EN-US só será nescessário a pasta do EN.lproj, não sendo nescessárias as outras pastas de arquivos de linguagem. Se você usa outra linguagem delete todas menos aquela!

2. Agora vá em C:\Arquivos de programas\QuickTime. Como pode ser observado ele tem menos pastas com aquele “.RESOURCES”… Bem… Na verdade se você entrar nas pastas “normais” verá que tem outras subpastas com o “.RESOURCES”. Faça o mesmo proseguimento que fez no do iTunes.

Pronto… Pode ver que você não estragou nada! Eu acho que todos os produtos da Apple são assim, e então essa dica é valida para todos eles.

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WMP 11 - Uma galeria de imagens

Você já pensou em visualizar suas imagens com o Windows Media Player 11??? Bem isso é possível.

É bem fácil fazer isso. Para fazer isso vá em biblioteca e veja na imagem abaixo o que fazer.

Clique em “imagens” (No meu tá em inglês PICTURES).

Pronto! Você poderá visualizar todas as imagens da pasta C:\DOCUMENTS AND SETTINGS.

Como vocês podem ver na imagem, pode se selecionar outros galerias, como a de vídeos, e para quem tem o media center pode se ver os programas de tv que foram gravados.

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Colocando imagem como plano de fundo no IE

Você já pensou em ter um plano de fundo diferente no IE?

Primeiramente: Agradecimentos a Alexandre Do Blog Cachoeirinha City,a, que postou o tutorial.

1. Vá em Iniciar > Executar e digite regedit
2. Procure a seguinte chave: HKEY_CURRENT_USER\Software\Microsoft\Internet Explorer\Toolbar
3. Após achar, clique com o botão direito do mouse e vá em Editar » Novo » Valor da seqüência, e então abrirá uma janela
4. Nessa janela coloque o seguinte: BackBitmapIE5
5. Após isso insira o caminho da imagem que você deseja colocar como fundo no IE. Obs.: Tem que ser uma imagem de extensão BMP

É isso.

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Power point no Gmail!"

Power point no Gmail?

Sim! Isso é possível! O único problema é que só foi disponibilizado para os americanos, isso é, o Gmail tem que ser inglês.

Para você conseguir usar esse recurso do Power Point no Gmail então será nescessário você deixar o Gmail em inglês. Para isso faça o seguinte:

1. Clique em CONFIGURAÇÕES (Se nescessário de um CTRL+F);
2. Irá carregar a página das configurações, e ali na primeira opção está escrito IDIOMA (Se nescessário de um CTRL+F);
3. Mude o IDIOMA para ENGLISH (US);

Após isso o seu Gmail ficará em inglês (Esse é o único problema). Após isso procure um e-mail onde tenha um anexo com uma apresentação de Power Point e vá até o final da página (Geralmente o anexo está lá). Lá no final da página não clique em DOWNLOAD

Clique em VIEW AS SLIDESHOW.

Pronto. Uma janela se abrirá e aparecerá o slideshow.

ele ainda não emite som, sendo que esse recurso deve ser novo.

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Comandos para Windows

Abaixo estão listados os principais arquivos executáveis presentes no Windows e suas respectivas funções:

Para executar esses comandos, clique em Iniciar > Executar, digite o nome do arquivo e clique em OK.

Accwiz.exe - Acessa o Assistente de Acessibilidade
Calc.exe - Executa o programa Calculadora
Charmap.exe - Executa o Mapa de Caracteres
ChkDsk.exe - Executa o Scandisk em ambiente simulado DOS
CleanMgr.exe - Executa a Limpeza de Disco
CliconFg.exe - Executa o utilidade Rede para clientes do SQL Server
CMD.exe - Executa o Prompt de Comando do DOS
Control.exe - Acessa o Painel de Controle
DxDiag.exe - Ferramenta de Diagnóstico do Direct X
EudCedit.exe - Executa Editor de caracteres especiais
Explorer.exe - Acessa o Windows Explorer
Magnify.exe - Executa a Lente de aumento do Windows XP
Mspaint.exe - Executa o Paint Brush
MsHearts.exe - Executa o Jogo de Copas
Mstsc.exe - Abre a janela para conexão de área de trabalho Remota
MSconfig.exe - Utilitário de configuração do Sistema
Notepad.exe - Acessa o Bloco de Notas
NetSetup.exe - Executa o Assistente para configuração de rede doméstica
Ntbackup.exe - Assistente para Backup e restauração
Osk.exe - Executa o teclado Virtual
PergMon.exe - Gerenciador de Desempenho do Windows XP
Regedit.exe - Acessa o ambiente de exploração do registro do Windows
Rstrui.exe - Executa o Assistente para restauração do Sistema
Sol.exe - Executa o Jogo Paciência
Spider.exe - Executa o Jogo Spider
Telnet.exe - Acessa o ambiente DOS possibilitando a comunicação Remota
TaskMgr.exe - Gerenciador de Tarefas do Windows
Winchat.exe - Bate Papo do Windows
Write.exe - Wordpad do Windows

Ferramentas Administrativas
gpedit.msc - Diretivas de Grupos
perfmon.msc - Serviço de componentes
compmgmt.msc - Gerenciamento do Computador
services.msc - Serviços
secpol.msc - Diretiva de Segunça Local
comexp.msc - Serviços de Componentes
odbcad32.exe - Fontes de Dados (ODBC)
eventvwr.msc - Visualizar Evento

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Tire a publicidade do Live Messenger

Vá no Iniciar e clique no Executar e digite: “C:\WINDOWS\system32\drivers\etc\hosts” e aperte OK, selecione em Abrir com > Bloco de notas e embaixo aperte ABRIR.

Abra o bloco de notas e arraste o arquivo HOSTS para dentro dele, e na ultima liha aperte enter e adicione estas duas linhas:

127.0.0.1 rad.msn.com
127.0.0.1 rad.live.com

E salve (Arquivo, salvar)

Reinicie o sistema , inicie o Live Messenger e pronto, adeus publicidade do Messenger!

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Barra de inicialização rápida com icones grandes… Como resolver?

Algumas pessoas sem querer deixam os icones da barra de inicialização rápida grandes e não conseguem resolver.

Então o Elemento_CM, usuário do Fórum Winajuda, colocou como resolver esse problema:

1º.: Desbloqueie a barra de tarefas (Se já estiver desbloqueada pule esse passo!);
2º.: Clique na Barra de inicialização rápida com o botão direito do mouse, mas aonde não tenha icones (Se puder aumente o espaço da barra para isso);
3º.: Vá em “Exibir” > “Ícones pequenos”;
4º.: Bloqueie novamente a barra. (Opcional).

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Maquina Virtual Introdução

Quase tudo pode ser simulado via software. É possível até mesmo simular um computador completo. Um dos exemplos mais conhecidos são os emuladores de videogames antigos, que permitem rodar jogos de Atari, Mega-Drive, Super-Nes, Playstation e outros. Assim como é possível emular um videogame, é possível simular um PC completo e rodar outros sistemas operacionais, dentro de uma janela. Isso permite que você rode o Windows dentro do Linux ou vice-versa. Esse PC "de mentira" é chamado de máquina virtual.


Quase tudo pode ser simulado via software. É possível até mesmo simular um computador de arquitetura diferente, para que os softwares escritos pare ele rodem da mesma forma que rodam dentro do seu sistema nativo.

Um dos exemplos mais conhecidos são os emuladores de videogames antigos, que permitem rodar jogos de Atari, Nintendo 8 bits, Mega-Drive, Super-Nes, Playstation e outros.

Assim como é possível emular um videogame para rodar os jogos escritos para ele, é possível simular um PC completo e rodar outros sistemas operacionais, dentro de uma janela. Isso permite que você rode o Windows dentro do Linux ou vice-versa. Esse PC "de mentira" é chamado de máquina virtual.

O sistema principal neste caso passa a ser chamado de host (hospedeiro) e o outro sistema operacional que está rodando dentro da máquina virtual é chamado de "guest" (convidado). Ele acha que tem um PC completo para si, enquanto na verdade está rodando dentro de uma "matrix", na máquina virtual.

Naturalmente, este trabalho de simular um PC completo e ainda por cima com um bom desempenho não é simples, veja o caso dos emuladores de videogame de uma forma geral, que sempre precisam de um PC muito mais poderoso do que o sistema original. É preciso um Pentium 200 para emular um Super Nes (que usa um processador de 3.5 MHz e 128 KB de RAM) com qualidade.

Existem atualmente três softwares que se destacam nesta categoria, o VMware, Qemu e o Xen, que trabalham de forma ligeiramente diferente, mas com grandes diferenças práticas.

O VMware usa um conceito de virtualização. Ele tenta sempre que possível converter os comandos usados pelo sistema dentro da máquina virtual em comandos que o sistema host entenda e execute diretamente. Por exemplo, se o Windows dentro da máquina virtual tenta tocar alguma coisa na placa de som, o VMware simplesmente pega os dados e toca na placa de som "real" do micro, como se fosse outro programa qualquer. O mesmo se aplica a todo tipo de instruções básicas, que são executadas diretamente pelo processador principal. O VMware interpreta e converte instruções o mínimo possível.

O Qemu por sua vez é um emulador. Ele tenta processar todas as instruções, o que acaba demorando mais tempo e fazendo com que a performance seja menor. Em geral o VMware (nas versões recentes) consegue fazer com que o sistema guest rode com 60 a 90% do desempenho que teria se estivesse rodando diretamente, enquanto o Qemu obtém de 5 a 10%. O Qemu possui um módulo adicional, o Kqemu, que faz com que ele passe a funcionar de forma mais similar ao VMware, virtualizando as instruções básicas do processador, ao invés de emular tudo. O Kqemu melhora consideravelmente o desempenho do Qemu, mas ainda assim o deixa bem atrás do VMware em questão de desempenho.

O Qemu é um projeto open-source, enquanto o VMware é comercial, disponível em duas versões. O VMware Workstation é a versão completa, um software relativamente caro (199 dólares), mas que pode ser usado por 30 dias.

O VMware Player por sua vez é a versão gratuita, com bem menos funções, que pode ser usada para rodar máquinas virtuais criadas através do VMware Workstation, praticamente sem limitações, mas sem criar novas máquinas virtuais (VMs). A dica é que você pode obter a versão trial do VMware Workstation e usá-la para criar as máquinas virtuais e passar a usar o VMware Player depois que o trial expirar. Você pode baixar ambas no http://www.vmware.com. Baixe o pacote genérico, que pode ser instalado em várias distribuições.

No Kurumin (a partir do 5.1) você encontra o VMware Player e um script para criar e alterar as configurações das VMs, provendo uma solução completa.

Estas máquinas virtuais são extremamente úteis no dia-a-dia, pois permitem que você rode outros sistemas operacionais dentro de uma janela, tendo acesso a todos os softwares que precisa. Muita gente utiliza este recurso para manter uma cópia do Windows à mão para quando precisam de algum programa específico. Muitos micros (e quase todos os notebooks) vêm com uma licença do Windows de qualquer forma e esta é uma boa maneira de aproveitá-la sem sair do Linux.

Conforme o Qemu e VMware forem evoluindo e os micros forem ficando cada vez mais rápidos, a perda de desempenho por rodar o Windows dentro da máquina virtual será cada vez menos significativo, permitindo que você tenha uma forma confortável de continuar rodando seus aplicativos antigos mesmo depois de migrar definitivamente para o Linux.


Outra grande utilidade é que você pode testar outras distribuições e ter um sistema "sparing", onde você pode testar de tudo sem medo de danificar sua instalação principal. Todos os arquivos da máquina virtual são salvos num "disco virtual", que nada mais é do que um arquivo comum, dentro da pasta com a VM, formatado de uma forma especial. Este arquivo é usado de tal forma que o sistema dentro da VM realmente acha que está usando um HD real, particionando, formatando e tudo mais.

Tudo começa com a criação da máquina virtual, que consiste basicamente no arquivo com o disco virtual e um arquivo de configuração, salvos dentro da pasta escolhida. No VMware, o tamanho do disco virtual é apenas um limite. O arquivo começa vazio, ocupando apenas alguns kbytes e vai inchando conforme são instalados programas dentro da máquina virtual, ocupando sempre um espaço equivalente ao espaço ocupado pelo sistema instalado.

A instalação do sistema dentro da máquina virtual é feita de forma normal. Você vai particionar e formatar o "HD" e tudo mais, só que tudo vai sendo feito dentro do disco virtual, sem que o Windows dentro da máquina virtual tenha acesso direto aos demais arquivos no HD. Se ele pega um vírus, apenas o que está dentro do disco virtual é afetado. Na pior das hipóteses você pode deletar o arquivo e começar de novo. Para todos os efeitos, a VM funciona como um PC real; você pode até mesmo instalar Windows e Linux em dual boot, ou experimentar a instalação de várias distribuições Linux no mesmo HD.

O VMware e o Qemu são os mais usados nos desktops, mas existe uma terceira opção, muito popular nos servidores, o Xen.

O Xen utiliza uma idéia diferente, a paravirtualização, que consiste em dividir de forma transparente os recursos do hardware, permitindo que o sistema guest rode com uma redução de performance muito pequena (menos de 5%, na maioria dos casos). O maior problema é que para rodar dentro do Xen é necessário que o sistema guest seja modificado. Não é possível rodar qualquer sistema diretamente, como no caso do VMware e do Qemu.

Isto não é um grande problema no caso das distribuições Linux, mas é no caso do Windows e outros sistemas de código fechado.

O Xen é muito mais complicado de configurar que o VMware. No caso dos servidores (onde temos um público da área técnica) isto não chega a ser um grande problema, mas nos desktops ele é ainda pouco usado. Mesmo assim, é possível que o Xen evolua em termos de facilidade de uso e, graças ao bom desempenho, comece a disputar diretamente com o VMware. A página do Xen é a http://www.xensource.com/.

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Instalando e configurando o WordPress


O WordPress é mais conhecido pelo serviço de hospedagem de blogs disponível através do http://wordpress.com, mas ele é na verdade um gestor de conteúdo de uso geral, que pode ser instalado em qualquer servidor com suporte a PHP e MySQL. Por ser licenciado sob a GPL, todo o código fonte está disponível e pode ser personalizado livremente.


A possibilidade de rodar o WordPress em seu próprio servidor é interessante não apenas se você está interessado em usar o sistema em seu próprio site ou em algum site que administra, mas também para empresas de hospedagem em geral, que podem oferecer a instalação e a administração do gestor de conteúdo como um serviço adicional. Você pode baixar o pacote de instalação no: http://wordpress.org/.

Copie o pacote para a pasta de arquivos do servidor web e descompacte-o usando o comando “unzip” (se ele não estiver disponível, instale o pacote “unzip” usando o gerenciador de pacotes), como em:

$ unzip latest.zip

Isso criará a pasta “wordpress” dentro da pasta onde o arquivo foi descompactado, criando a url “http://servidor/wordpress“. Se você quiser que o gestor fique disponível em outra pasta do servidor, basta renomeá-la antes de continuar, usando o comando mv, como em:

# mv wordpress blog

Se preferir que ele fique disponível através da URL raiz do site, mova todos os arquivos de dentro da pasta para o diretório raiz do site.

Assim como o phpBB, o WordPress precisa de uma base de dados e de um usuário de acesso ao servidor MySQL. Você pode adicioná-los rapidamente através do prompt do MySQL, usando os comandos que vimos anteriormente:

$ mysql -u root -p

mysql> CREATE DATABASE wordpress;
mysql> GRANT ALL ON wordpress.* TO wordpress IDENTIFIED BY ‘2nMaqPvg’;
mysql> FLUSH PRIVILEGES;

O próximo passo é ajustar a configuração do WordPress para que ele utilize a base de dados criada. Para isso, o primeiro passo é acessar a pasta raiz e renomear o arquivo “wp-config-sample.php” para “wp-config.php”, como em:

$ cd wordpress
$ mv wp-config-sample.php wp-config.php

Abra o arquivo usando um editor de textos qualquer e ajuste as opções referentes ao banco de dados, adicionando a base de dados, o usuário e a senha criados:

// ** MySQL settings ** //
define(’DB_NAME’, ‘wordpress‘); // The name of the database
define(’DB_USER’, ‘wordpress‘); // Your MySQL username
define(’DB_PASSWORD’, ‘2nMaqPvg‘); // …and password
define(’DB_HOST’, ‘localhost‘); // 99% chance you won’t need to change this value
define(’DB_CHARSET’, ‘utf8′);
define(’DB_COLLATE’, ”);

A opção “DB_HOST” indica o endereço do servidor MySQL usado. Salvo casos em que você está usando servidores separados para a função de servidor web e banco de dados, usamos o “localhost” ou o “127.0.0.1″ que orientam o sistema a contatar um servidor MySQL rodando na mesma máquina.

Uma curiosidade é que o arquivo “wp-config.php” fica com permissão de leitura para todos. Entretanto, se você tentar acessá-lo diretamente pelo navegador (http://meu-site/wordpress/wp-config.php), ou tentar baixá-lo a partir de outra máquina usando o wget (ou outro gerenciador de downloads), vai perceber que o sistema entrega sempre um arquivo vazio, em vez de exibir as senhas. Isso acontece porque, devido à extensão “.php”, o servidor web sempre processa o arquivo usando o interpretador PHP, sem exibí-lo diretamente. Uma função PHP dentro do arquivo se encarrega então de mostrar a página em branco em vez de exibir as informações de configuração.

Continuando, depois de configurar o arquivo, basta concluir a instalação acessando via navegador o script “wp-admin/install.php” dentro da pasta de instalação do Wordpress, como em “http://meudominio/wordpress/wp-admin/install.php” ou “http://meudominio/wp-admin/install.php“.

O instalador pergunta apenas o título do blog e seu e-mail de contato. Ao clicar no “Install WordPress” a instalação é concluída de forma automática, mas isso é apenas o começo :)

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Entendendo o Ruby on Rails


O Ruby on Rails, ou simplesmente Rails, é um meta-framework baseado na linguagem Ruby que facilita o desenvolvimento de páginas web dinâmicas. Não vou entrar em muitos detalhes sobre o framework ou sobre a parte do desenvolvimento, afinal, este não é o objetivo do livro, mas se você se interessou em desenvolver usando o framework, um bom lugar para começar é o http://www.rubyonrails.org/screencasts. A página contém alguns vídeos e apresentações com exemplos de desenvolvimento.

As páginas desenvolvidas usando o Rails podem rodar em diversas combinações de servidores web e bancos de dados. Vamos então à configuração necessária para rodá-las sobre o Apache e o MySQL.

O primeiro passo é instalar o interpretador Ruby, juntamente com o Rails e as bibliotecas relacionadas, incluindo o eruby, o rdoc e o libzlib-ruby:

# apt-get install ruby eruby rails libzlib-ruby rdoc irb rubygems

Em seguida instalamos a biblioteca libfcgi-ruby e o módulo fcgid que permite que o interpretador se comunique com o Apache:

# apt-get install libfcgi-ruby1.8 libapache2-mod-fcgid

Note que o “1.8″ especifica a versão do pacote. A versão 1.8 é usada no Debian Etch, mas ela muda de acordo com a distribuição usada. Use a tecla TAB depois de digitar o “libfcgi-ruby” para ver as versões disponíveis, se for o caso.

Além do módulo fcgid (ativado automaticamente ao instalar o pacote), o Rails precisa também que os módulos include, ssl, rewrite e suexec estejam ativos na configuração do Apache. No Debian Etch, eles fazem parte do pacote principal, mas não vêm habilitados por padrão, o que pode ser feito rapidamente usando o a2enmod:

# a2enmod include
# a2enmod ssl
# a2enmod rewrite
# a2enmod suexec
# /etc/init.d/apache2 force-reload

Embora seja possível desenvolver aplicações simples em Rails sem usar um banco de dados, esta seria uma instalação capada, que não agradaria a muitos desenvolvedores. Para ter o ambiente completo, precisamos integrá-lo ao servidor MySQL, o que é feito através do módulo libmysql-ruby:

# apt-get install libmysql-ruby mysql-server

Se você ainda não tiver definido a senha de root do MySQL nos passos anteriores, aproveite para fazer isso agora:

# mysqladmin -u root password senha

Aproveite para criar uma base de dados dentro do servidor MySQL, que será usada mais tarde pela aplicação em Rails. Assim como no caso do WordPress e do phpBB, é aconselhável criar um usuário e uma base de dados separada para cada aplicativo que for rodar no servidor, mesmo que dentro do mesmo virtual host:

# mysql -u root -p

mysql> CREATE DATABASE rails1;
mysql> GRANT ALL ON rails1.* TO rails IDENTIFIED BY ‘rTk0uj03′;
mysql> FLUSH PRIVILEGES;

Com isso, a instalação do Rails está concluída. Para testar, crie um novo usuário, use o su para acessar o login criado e, dentro da pasta home, crie uma pasta para armazenar os projetos do Rails:

# adduser ruby
# su ruby
$ mkdir /home/ruby/rails

Para criar um aplicativo Rails de teste, acesse (ainda logado com o usuário criado) a pasta criada e execute o comando “rails”, seguido do nome do projeto e da opção “-d mysql” (que especifica o banco de dados que será utilizado), como em:

$ cd /home/ruby/rails
$ rails teste -d mysql

No final do processo, pressione Ctrl+D ou use o comando “exit” para encerrar a seção (e voltar a usar a conta de root). Como a pasta do projeto foi criada usando o login do usuário, falta um passo importante, que é fazer com que o usuário “www-data” seja o dono da pasta com o projeto. Para que o usuário continue podendo editar os arquivos apesar disso, ajustamos as permissões, de forma que o dono seja o usuário “www-data” e o grupo proprietário seja o grupo de mesmo nome do usuário, como em:

# chown -R www-data:ruby /home/ruby/rails

Como o usuário “ruby” faz parte do grupo “ruby”, ele continua sendo, indiretamente, o proprietário da pasta, através do grupo. Falta agora fazer com que o grupo tenha permissão para alterar o conteúdo da pasta, de forma que o usuário possa alterar os arquivos:

# chmod -R g+rw /home/ruby/rails

Note que usei o “-R” em ambos os comandos, de forma que as alterações sejam aplicadas de forma recursiva.

Com isso, o novo projeto está criado, falta apenas criar um virtual host no Apache apontando para a pasta, de forma que ele fique disponível para a web.

# a2ensite rails
# /etc/init.d/apache2 reload

Com tudo configurado, ao acessar o endereço do site você verá uma página de apresentação do Rails. A partir daí, o próximo passo seria editar o arquivo config/database.yml dentro da pasta do projeto, incluindo a base de dados, usuário e senha do MySQL e começar a desenvolver.

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Entendendo o CIDR (máscaras de tamanho variável)

Os endereços IP identificam cada host (ou seja, cada estação) na rede. A regra básica é que cada host deve ter um endereço IP diferente e devem ser utilizados endereços dentro da mesma faixa.

Um endereço IP é composto de uma seqüência de 32 bits, divididos em 4 grupos de 8 bits cada, chamados de octetos e cada octeto permite o uso de 256 combinações diferentes (dois elevado à oitava potência).

Para facilitar a configuração dos endereços, usamos números de 0 a 255 para representar cada octeto, formando endereços como 220.45.100.222 ou 131.175.34.7. Isso torna a tarefa de configurar e memorizar os endereços bem mais fácil do que seria se precisássemos decorar seqüências de números binários.

O endereço IP é dividido em duas partes. A primeira identifica a rede à qual o host está conectado (necessário, pois, em uma rede TCP/IP, podemos ter várias redes conectadas entre si, como no caso da Internet) e a segunda identifica o host propriamente dito dentro da rede.

Obrigatoriamente, os primeiros bits do endereço servirão para identificar a rede e os últimos servirão para identificar o computador em si. Como temos apenas 4 octetos, qualquer divisão fixa limitaria bastante o número de endereços possíveis, o que seria uma grande limitação no caso da Internet, onde existe um número muito grande de redes diferentes, muitas delas com um número muito grande de micros conectados, como no caso dos grandes provedores de acesso.

Se fosse reservado apenas o primeiro octeto do endereço, teríamos um grande número de hosts (micros conectados a cada rede), mas em compensação poderíamos ter apenas 256 redes diferentes, o que seria muito complicado, considerando o tamanho do mundo.

Mesmo se reservássemos dois octetos para a identificação da rede e dois para a identificação do host, os endereços possíveis seriam insuficientes, pois existem muito mais de 65 mil redes diferentes no mundo, conectadas entre si através da Internet, e existem muitas redes com mais de 65 mil hosts.

A primeira solução para o impasse foi a divisão dos endereços em três classes, onde cada classe reserva um número diferente de octetos para o endereçamento da rede. Atualmente, esta designação não é inteiramente válida, pois é cada vez mais usado o sistema CIDR, onde são usadas máscaras variáveis para criar faixas de endereços de diversos tamanhos (como veremos em detalhes no capítulo 4). Mas, por enquanto, vamos entender a divisão tradicional:

Na classe A, apenas o primeiro octeto identifica a rede, na classe B são usados os dois primeiros octetos e na classe C (a mais comum) temos os três primeiros octetos reservados para a rede e apenas o último reservado para a identificação dos hosts.

O que diferencia uma classe de endereços da outra é o valor do primeiro octeto. Se for um número entre 1 e 126 (como em 113.221.34.57), temos um endereço de classe A. Se o valor do primeiro octeto for um número entre 128 e 191, então temos um endereço de classe B (como em 167.27.135.203) e, finalmente, caso o primeiro octeto seja um número entre 192 e 223, teremos um endereço de classe C, como em 212.23.187.98.

Esta é a designação tradicional, abordada nos livros e manuais. O grande problema é que esta divisão tradicional fazia com que um grande número de endereços fossem desperdiçados. Um provedor de acesso que precisasse de 10.000 endereços IP, por exemplo, precisaria ou utilizar uma faixa de endereços classe B inteira (65 mil endereços), o que geraria um grande desperdício, ou utilizar 40 faixas de endereços classe C separadas, o que complicaria a configuração. Existia ainda o problema com as faixas de endereços classe A, que geravam um brutal desperdício de endereços, já que nenhuma empresa ou organização sozinha chega a utilizar 16 milhões de endereços IP.

A solução para o problema foi a implantação do sistema CIDR (abreviação de “Classless Inter-Domain Routing”, que pronunciamos como “cider”), a partir de 1993 (leia o RCF no http://tools.ietf.org/html/rfc1519).

Entender as classes de endereços A, B e C é importante para compreender o uso das máscaras de sub-rede e por isso elas ainda são muito estudadas, mas é importante ter em mente que, na prática, elas são uma designação obsoleta. Naturalmente, ainda existem muitas redes que utilizam faixas de endereços de classe A, B e C (já que as faixas alocadas no passado não podem ser simplesmente revogadas de uma hora para a outra), mas as faixas alocadas atualmente utilizam quase sempre o novo sistema.

No CIDR são utilizadas máscaras de tamanho variável (o termo em inglês é VLSM, ou Variable-Length Subnet Mask), que permitem uma flexibilidade muito maior na criação das faixas de endereços. Se são necessários apenas 1000 endereços, por exemplo, poderia ser usada uma máscara /22 (que permite o uso de 1022 endereços), em vez de uma faixa de classe B inteira, como seria necessário antigamente.

Outra mudança é que as faixas de endereços não precisam mais iniciar com determinados números. Uma faixa com máscara /24 (equivalente a uma faixa de endereços de classe C) pode começar com qualquer dígito e não apenas com de 192 a 223.

O CIDR permite também que várias faixas de endereços contínuas sejam agrupadas em faixas maiores, de forma a simplificar a configuração. É possível agrupar 8 faixas de endereços com máscara 255.255.255.0 (classe C) contínuas em uma única faixa com máscara /21, por exemplo, que oferece um total de 2045 endereços utilizáveis (descontando o endereço da rede, endereço de broadcast e o endereço do gateway).

As faixas de endereços são originalmente atribuídas pela IANA às entidades regionais. Elas dividem os endereços em faixas menores e as atribuem aos carriers (as operadoras responsáveis pelos links), empresas de hospedagem, provedores de acesso e outras instituições. Estas, por sua vez, quebram os endereços em faixas ainda menores, que são atribuídas aos consumidores finais.

Revisando, a máscara de subrede determina qual parte do endereço IP é usada para endereçar a rede e qual é usada para endereçar os hosts dentro dela. No endereço 200.232.211.54, com máscara 255.255.255.0 (/24), por exemplo, os primeiros 24 bits (200.232.211.) endereçam a rede e os 8 últimos (54) endereçam o host.

Quando usamos máscaras simples, podemos trabalhar com os endereços em decimais, pois são sempre reservados 1, 2 ou 3 octetos inteiros para a rede e o que sobra fica reservado ao host. Esta é a idéia usada nas faixas de endereços classe A, B e C.

Quando falamos em máscaras de tamanho variável, entretanto, precisamos começar a trabalhar com endereços binários, pois a divisão pode ser feita em qualquer ponto. Imagine, por exemplo, o endereço “72.232.35.108″. Originalmente, ele seria um endereço de classe A e utilizaria máscara “255.0.0.0″. Mas, utilizando máscaras de tamanho variável, ele poderia utilizar a máscara “255.255.255.248″, por exemplo.

Nesse caso, teríamos 29 bits do endereço dedicados à endereçar a rede e apenas os 3 últimos bits destinados ao host. Convertendo o endereço para binário teríamos o endereço “01001000.11101000.01100000.01101100″, onde o “01001000.11101000.01100000.01101″ é o endereço da rede e o “100″ é o endereço do host dentro dela. Como temos 29 bits dedicados à rede, é comum o uso de um “/29″ como máscara, no lugar de “255.255.255.248″.

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Redes: TCP/IP, endereçamento e portas


O endereçamento IP é sempre um tema importante, já que é ele que permite que o brutal número de redes e hosts que formam a Internet sejam capazes de se comunicar entre si.

Existem duas versões do protocolo IP: o IPV4 é a versão atual, que utilizamos na grande maioria das situações, enquanto o IPV6 é a versão atualizada, que prevê um número brutalmente maior de endereços e deve se popularizar a partir de 2012 ou 2014, quando os endereços IPV4 começarem a se esgotar.

No IPV4, os endereços IP são compostos por 4 blocos de 8 bits (32 bits no total), que são representados através de números de 0 a 255 (cobrindo as 256 possibilidades permitidas por 8 bits), como “200.156.23.43″ ou “64.245.32.11″. Os grupos de 8 bits que formam o endereço são chamados de “octetos”, o que dá origem a expressões como “o primeiro octeto do endereço”. De qualquer forma, a divisão dos endereços em octetos e o uso de números decimais serve apenas para facilitar a configuração para nós, seres humanos. Quando processados, os endereços são transformados em binários, como “11001000100110010001011100101011″.

As faixas de endereços começadas com “10″, “192.168″ ou de “172.16″ até “172.31″ são reservadas para uso em redes locais e por isso não são usadas na Internet. Os roteadores que compõe a grande rede são configurados para ignorar pacotes provenientes destas faixas de endereços, de forma que as inúmeras redes locais que utilizam endereços na faixa “192.168.0.x” (por exemplo) podem conviver pacificamente, sem entrar em conflito.

No caso dos endereços válidos na Internet, as regras são mais estritas. A entidade global responsável pelo registro e atribuição dos endereços é a IANA (http://www.iana.org/), que delega faixas de endereços às RIRs (Regional Internet Registries), entidades menores, que ficam responsáveis por delegar os endereços regionalmente. Nos EUA, por exemplo, a entidade responsável é a ARIN (http://www.arin.net/) e no Brasil é a LACNIC (http://www.lacnic.net/pt/). Estas entidades são diferentes das responsáveis pelo registro de domínios, como o Registro.br.

As operadoras, carriers e provedores de acesso pagam uma taxa anual à RIR responsável, que varia de US$ 1.250 a US$ 18.000 (de acordo com o volume de endereços requisitados) e embutem o custo nos links revendidos aos clientes. Note que estes valores são apenas as taxas pelo uso dos endereços, não incluem o custo dos links, naturalmente.

Ao conectar via ADSL ou outra modalidade de acesso doméstico, você recebe um único IP válido. Ao alugar um servidor dedicado você recebe uma faixa com 5 ou mais endereços e, ao alugar um link empresarial você pode conseguir uma faixa de classe C inteira. Mas, de qualquer forma, os endereços são definidos “de cima para baixo” de acordo com o plano ou serviço contratado e você não pode escolher quais endereços utilizar.

Embora aparentem ser uma coisa só, os endereços IP incluem duas informações: o endereço da rede e o endereço do host dentro dela. Em uma rede doméstica, por exemplo, você poderia utilizar os endereços “192.168.1.1″, “192.168.1.2″ e “192.168.1.3″, onde o “192.168.1.” é o endereço da rede (e por isso não muda) e o último número (1, 2 e 3) identifica os três micros que fazem parte dela.

Os micros da rede local podem acessar a Internet através de um roteador, que pode ser tanto um servidor com duas placas de rede quando um modem ADSL ou outro dispositivo que ofereça a opção de compartilhar a conexão. Nesse caso, o roteador passa a ser o gateway da rede e utiliza seu endereço IP válido para encaminhar as requisições feitas pelos micros da rede interna. Esse recurso é chamado de NAT (Network Address Translation).

Um dos micros da rede local, neste caso, poderia usar esta configuração de rede:

Endereço IP: 192.168.1.2
Máscara: 255.255.255.0
Gateway: 192.168.1.1 (o servidor compartilhando a conexão)
DNS: 200.169.126.15 (o DNS do provedor)

O servidor, por sua vez, utilizaria uma configuração similar a esta:

Placa de rede 1 (rede local):
Endereço IP: 192.168.1.1
Máscara: 255.255.255.0

Placa de rede 2 (Internet):
Endereço IP: 200.213.34.21
Máscara: 255.255.255.0
Gateway: 200.213.34.1 (o gateway do provedor)
DNS: 200.169.126.15 (o DNS do provedor)

A configuração da segunda placa de rede seria obtida automaticamente, via DHCP, de forma que você só precisaria realmente se preocupar com a configuração da sua rede local. Normalmente, você primeiro configuraria a rede local, depois conectaria o servidor à Internet e, depois de checar as duas coisas, ativaria o compartilhamento da conexão via NAT.

O servidor DHCP incluído no ICS do Windows utiliza uma configuração fixa, fornecendo endereços dentro da faixa “192.168.0.x”, mas ao utilizar um servidor Linux, ou qualquer outro dispositivo de rede que ofereça um servidor DHCP com mais recursos, você pode escolher qualquer faixa de endereços e também configurar uma “zona” para os endereços do servidor DHCP, permitindo que você tenha micros com IPs fixos e IPs dinâmicos (fornecidos pelo servidor DHCP) na mesma rede. Nesse caso, você poderia ter uma configuração como a seguinte:

192.168.0.1: Gateway da rede
192.168.0.2: Ponto de acesso wireless
192.168.0.3: Servidor de arquivos para a rede interna
192.168.0.4 até 192.168.0.99: Micros da rede configurados com IP fixo
192.168.0.100 até 192.168.0.254: Faixa de endereços atribuída pelo servidor DHCP

Veja que usar uma das faixas de endereços reservadas não impede que os PCs da sua rede possam acessar a Internet. Embora eles não acessem diretamente, por não possuírem IPs válidos, eles podem acessar através de uma conexão compartilhada via NAT ou de um servidor proxy. É possível, inclusive, configurar o firewall ativo no gateway da rede para redirecionar portas (port forwarding) para micros dentro da rede local, de forma que eles possam ser acessados remotamente. O servidor nesse caso “empresta” uma porta, ou uma determinada faixa de portas, para o endereço especificado dentro da rede local. Quando alguém da Internet acessa uma das portas encaminhadas no servidor, é automaticamente redirecionado para a porta correspondente no micro da rede interna, de forma transparente.

O uso dos endereços de rede local tem aliviado muito o problema da falta de endereços IP válidos, pois uma quantidade enorme de empresas e usuários domésticos, que originalmente precisariam de uma faixa de endereços completa para colocar todos os seus micros na Internet, pode sobreviver com um único IP válido (compartilhado via NAT entre todos os micros da rede). Em muitos casos, mesmo provedores de acesso chegam a vender conexões com endereços de rede interna nos planos mais baratos, como, por exemplo, alguns planos de acesso via rádio, onde um roteador com um IP válido distribui endereços de rede interna (conexão compartilhada) para os assinantes.

Embora seja possível, pelo menos em teoria, ter redes com até 24 milhões de PCs, usando a faixa de endereços de rede local 10.x.x.x, na prática é raro encontrar segmentos de rede com mais de 100 ou 200 micros. Conforme a rede cresce, o desempenho acaba caindo, pois, mesmo ao utilizar um switch, sempre são transmitidos alguns pacotes de broadcast (que são retransmitidos a todos os micros do segmento). A solução nesse caso é dividir a rede em segmentos separados, interligados por um roteador.

Em uma empresa, poderíamos (por exemplo) ter três segmentos diferentes, um para a rede cabeada (e a maior parte dos micros), outro para a rede wireless e outro para os servidores, que ficariam isolados em uma sala trancada:

O roteador nesse caso teria 4 interfaces de rede (uma para cada um dos três segmentos e outra para a Internet). A vantagem de dividir a rede desta maneira é que você poderia criar regras de firewall no roteador, especificando regras diferentes para cada segmento. Os micros conectados à rede wireless (menos segura), poderiam não ter acesso aos servidores, por exemplo. Quando falo em “roteador”, tenha em mente que você pode perfeitamente usar um servidor Linux com diversas placas de rede.

Com relação à proteção da rede contra acessos provenientes da Internet, você poderia tanto configurar o próprio firewall ativo no roteador, de forma a proteger os micros da rede local quanto instalar um firewall dedicado (que pode ser um PC com duas placas de rede, configurado adequadamente) entre ele e a Internet

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Smartphones: Baterias e autonomia



Assim como no caso dos notebooks, os componentes usados nos smartphones, assim como muitas das funções são limitadas por causa da capacidade das baterias. Basta fazer uma conta simples: um aparelho que usa uma bateria Li-Ion de 3.7V, com 980 mAh de capacidade, dispõe de apenas 3626 miliwatts (ou seja, pouco mais de 3 watts) de energia. Levando em conta que a maioria das pessoas espera que a bateria dure dois dias ou mais, temos uma noção do tamanho do problema que os fabricantes precisam enfrentar ao projetar um novo aparelho.

Para efeito de comparação, um notebook típico, com uma bateria de 11.1V e 4400 mAh de capacidade, dispõe de mais de 48 watts de energia, que, na maioria dos modelos, duram menos de duas horas. Ou seja, enquanto em um notebook o consumo médio fica na casa dos 20 watts, em um smartphone ele fica na casa dos miliwatts.

Além das diferenças nos componentes usados (processadores ARM no lugar de processadores x86, por exemplo) os aparelhos utilizam sistemas bastante agressivos de gerenciamento de energia, que fazem com que a maioria dos componentes fiquem desligados na maior parte do tempo e sejam ativados apenas quando são necessários.

As especificações da maioria dos aparelhos falam em 200 horas ou mais de autonomia em standby, mas na prática a história é muito diferente. O consumo aumenta se você estiver em uma área de pouca cobertura (o aparelho é obrigado a aumentar a potência de transmissão para manter a comunicação com a torre) ao fazer ligações ou ao usar qualquer outro recurso do aparelho.

Ao usar o smartphone como modem ou ao utilizar o Fring, Google Maps, ou outros aplicativos que transmitam um volume considerável de dados, ela acaba durando ainda menos, sobretudo se você está usando um aparelho com suporte a 3G, onde a taxa de transmissão mais elevada faz com que o rádio e os outros circuitos relacionados à transmissão consumam muito mais energia.

Se você usar o smartphone como modem bluetooth, para acessar através do notebook e decidir baixar um arquivo ISO, por exemplo, vai perceber que a bateria não durará mais do que duas ou três horas (em muitos casos até menos), já que esta é uma situação onde o aparelho precisa manter a maior parte dos componentes ativos.

Se tiver curiosidade em calcular a capacidade energética da bateria do seu aparelho, basta olhar as especificações na etiqueta e multiplicar a capacidade (em mAh) pela tensão (em volts). As baterias Li-Ion usadas em smartphones utilizam uma única célula, por isso trabalham com tensão de 3.7, diferente das baterias de notebook, onde as células são colocadas em série para obter 11.1V. Isso explica por que as baterias de notebook armazenam brutalmente mais energia, mesmo que a capacidade em mAh não seja assim tão diferente.

Um outro exemplo são as pilhas recarregáveis. Existem no mercado pilhas de 2000 mAh ou mais. Entretanto, elas trabalham com tensão de apenas 1.2V (a tensão nominal das células Ni-NH), por isso a carga total é muito menor. Basta fazer as contas: uma pilha AA de 2000 mAh armazena 2.4 watts de energia. Mesmo que o seu smartphone usasse duas, a autonomia não seria muito diferente da atual (mas em compensação o aparelho seria bem maior).

Continuando, os primeiros celulares utilizavam baterias Ni-Cad ou Ni-MH, mas elas logo foram substituídas pelas Li-Ion, que são mais leves e oferecem uma densidade energética muito maior. Grande parte disso se deve ao fato do lítio usado nas baterias ser o metal mais leve (número atômico 3, logo depois do hidrogênio e do hélio). O lítio não é apenas o mais leve dos metais, mas também duas vezes mais leve que a água.


Ao contrário das antigas baterias Ni-Cad, as baterias Li-Ion não possuem efeito memória, de forma que não existe necessidade de descarregar a bateria completamente antes de carregar, ou de deixar o telefone carregando durante 24 horas nas primeiras recargas.

A grande limitação relacionada às baterias Li-Ion é que elas “envelhecem” com o passar do tempo e de acordo com o número de recargas. As primeiras baterias duravam menos de 3 anos (quer a bateria fosse utiliza ou não) e suportavam em torno de apenas 300 ciclos de recarga, de forma que uma bateria muito exigida chegava a durar apenas alguns meses. Com melhorias nas ligas e processos de fabricação utilizados, a durabilidade das baterias aumentou. Não é incomum que uma bateria Li-ion atual, conservada adequadamente, dure 4 ou 5 anos e suporte 500 ciclos de recarga ou mais.

As baterias Li-ion se deterioram mais rapidamente quando completamente carregadas ou quando descarregadas, por isso o ideal é deixar a bateria com de 40 a 50% de carga quando for deixá-la sem uso (é por isso que as baterias vêm parcialmente carregadas de fábrica). O calor acelera o processo, por isso é interessante evitar deixar o aparelho exposto ao sol em ou lugares abafados.

Evite descarregar a bateria completamente quando isso não é necessário. Descarregar a bateria completamente antes de carregar acaba servindo apenas para desperdiçar um ciclo de carga/descarga, resultando na verdade em uma pequena redução na vida útil da bateria. O melhor é simplesmente usar e carregar a bateria seguindo seu ciclo de uso.

De tempos em tempos (uma vez por mês ou algo do gênero), é recomendável fazer uma descarga completa, de forma a calibrar as medições do circuito da bateria. Todas as baterias Li-Ion usadas comercialmente possuem algum tipo de circuito inteligente, que monitora a carga da bateria. Ele interrompe o carregamento quando a bateria atinge uma tensão limite e interrompe o fornecimento quando a bateria está quase descarregada, a fim de evitar o descarregamento completo.

Conforme a bateria é carregada e descarregada, é normal que a medição do circuito fique descalibrada, fazendo com que o aparelho passe a acusar carga baixa antes do tempo. Fazer um ciclo carga e descarga completa atualiza as medições, calibrando o medidor.

Os perigos: Embora não sejam muito freqüentes, acidentes relacionados à explosão de baterias Li-Ion realmente acontecem. O lítio é um material extremamente instável, que reage de forma violenta quando entra em contato com outros elementos. Para reduzir o risco, as baterias utilizam o lítio na forma de íons, que são muito mais estáveis que o lítio como metal. Mesmo assim, as células podem vazar ou explodir se aquecidas a temperaturas superiores a 60 graus, ou caso sejam carregadas além de seu limite energético, por isso todas as baterias de lítio utilizam carregadores inteligentes, que cortam a alimentação assim que a bateria atinge a carga máxima.

Ser vítima de uma explosão envolvendo uma bateria é quase tão raro quanto ganhar sozinho na Mega-Sena, mas embora muito pequena, a possibilidade realmente existe. A principal fonte de riscos são as baterias e os carregadores alternativos, made in China, que muitas vezes não atendem às normas de segurança.

Mesmo fabricantes mais cuidadosos, como a Sony precisam realizar recalls de baterias de tempos em tempos devido a contaminações nos materiais usados na fabricação, ou se outros problemas diversos, o que dizer então de fabricantes Chineses que utilizam maquinário antigo, matérias primas de baixa qualidade e que trabalham com margens de lucro incrivelmente estreitas.

O grande problema com as baterias “originais” é que elas são relativamente caras, já que os fabricantes as vendem com uma margem de lucro mais alta, de forma a ganhar alguns trocados adicionais e, de quebra, incentivar a compra de aparelhos novos. Com isso, baterias alternativas chegam a ser quase 10 vezes mais baratas, o que explica a popularidade.

A principal dica é comprar baterias alternativas e não falsificadas. A diferença básica é que em uma bateria alternativa o fabricante usa sua própria marca e vende a bateria como “Compatible with” (compatível com), enquanto nas baterias falsificadas existe uma tentativa deliberada de enganar o comprador, tentando imitar a aparência de uma bateria original.

Autonomia: Com relação à autonomia, a principal dica é desativar os recursos que não utiliza. Os quatro principais vilões são o Wi-Fi, o Bluetooth, o suporte a 3G e a iluminação da tela.

Com o Wi-FI ativo, o aparelho precisa pesquisar periodicamente por redes ativas, de forma a se conectar em redes pré-configuradas assim que elas estiverem disponíveis. O simples fato de manter o transmissor Wi-Fi ativo adiciona 10 ou 20 mAh ao consumo do aparelho e cada operação de varredura consome mais uma pequena dose de carga, o que resulta em um aumento considerável no consumo. Se você não usa o Wi-Fi, ou o usa apenas esporadicamente, vai aumentar a autonomia da bateria em 10 ou 20% (em alguns aparelhos o aumento chega a 30%) simplesmente por desativá-lo nas configurações.

Embora o transmissor Bluetooth use menos energia que o Wi-Fi, ele também realiza varreduras periódicas para encontrar outros aparelhos e consome uma dose considerável de energia mesmo quando não está sendo usado.

Aparelhos com suporte a 3G consomem consideravelmente mais energia quando conectados a uma rede 3G do que quando conectados a uma rede 2G. Isso acontece não apenas por que o protocolo é mais pesado, mas também por que, na maioria dos aparelhos a modulação é feita por chips adicionais. Ao desativar o suporte a 3G, estes chips adicionais são desativados, reduzindo o consumo. Se você não usa um plano de dados e por isso não tira proveito da maior velocidade de transmissão oferecida pelo 3G, desativar o suporte a ele é uma boa forma de economizar energia (você continua realizando chamadas de voz e navegando via EDGE ou GPRS normalmente).

Eventualmente, os fabricantes passarão a adotar transmissores 3G single-chip (assim como nos transmissores 2G) acompanhados por otimizações de software, que reduzirão ou eliminarão esta diferença.

Em seguida temos o brilho da tela, que pode ser reduzido para economizar energia. Programas abertos em segundo plano também consomem processamento, o que significa um aumento no consumo. Se você se acostumar a fechar os programas que não estão em uso em vez de simplesmente voltar ao gerenciador e mantê-los abertos o tempo todo, vai aumentar a autonomia em mais alguns pontos percentuais. Se você está usando um aparelho com GPS, desativá-lo também aumenta a autonomia, já que o sistema pode desativar o chip referente a ele e deixar de realizar os cálculos de posicionamento.

Outra dica é que, em áreas de pouca cobertura, o aparelho é obrigado a aumentar a potência do transmissor, de forma a se manter conectado, e a realizar buscar periódicas (usando a potência máxima de transmissão) para localizar novas antenas, o que faz com que a bateria se esgote rapidamente. Você pode evitar isso simplesmente colocando o aparelho em modo offline.

Bateria extra: Outra abordagem para o problema da autonomia é simplesmente levar o carregador e carregar o aparelho uma ou duas vezes ao longo do dia, conforme necessário. Além dos adaptadores de tomada, existem adaptadores USB para a maioria dos aparelhos. Eles acabam sendo muito mais práticos, já que além de muito menos volumosos, você pode carregar usando o PC ou o notebook:

O cabo USB permite também que você utilize uma das inúmeras baterias externas para dispositivos USB que estão disponíveis no mercado, o que soluciona o problema da autonomia. Existem inúmeros modelos no mercado, alguns bem acessíveis:

A principal dica é não cair no conto do carregador solar. Células solares são boas em muitas situações, mas não no caso dos carregadores. O motivo é simples: células solares precisam ser muito grandes para gerar um volume significativo de energia. Mesmo uma célula de silício monocristalino (o tipo mais eficiente e caro de célula solar) feita do tamanho de um carregador portátil geraria menos de 1 watt de energia, em um dia de sol forte. Ou seja, você precisaria deixar o carregador exposto a luz solar direta por 4 horas ou mais para conseguir carregar o celular e ele só funcionaria nos dias ensolarados.

A maioria dos carregadores solares utilizam células de baixa qualidade, que geram um volume insignificante de energia e acabam por isso sendo inúteis. Prevendo que a maioria dos compradores acaba desistindo deu usar as células solares e passam a simplesmente ligar os carregadores na tomada ou na porta USB, muitos fabricante simplesmente usam células solares falsas, que não produzem energia alguma.

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Sistemas de escrita para smartphones


Esta é uma versão mais completa do meu post sobre a escrita usando o T9, do mês passado:

O sistema mais simples para a escrita em smartphones com teclado numérico é o sistema de teclas múltiplas (multitapping), onde você pressiona as teclas repetidamente para inserir as letras e caracteres acentuados. Para escrever a palavra “livro”, por exemplo, você precisa digitar “555444888777666″, ou seja, 15 toques para uma palavra de 5 letras.

Como conseqüência, aparelhos com ênfase na comunicação por texto e modelos voltados ao uso profissional, como os BlackBerryes e muitos aparelhos da série E da Nokia (como o E61i e o E62) passaram a utilizar teclados QWERT:

O grande problema é que um teclado completo ocupa muito mais espaço, o que obriga os projetistas a aumentarem as dimensões do aparelho. Como consequência, o peso também aumenta, fazendo com que o smartphone fique com cara de PDA e não de telefone.



Com isso, quem quer um aparelho leve e compacto fica sem muitas opções além de comprar um modelo com o bom e velho teclado numérico.

Para amenizar o problema da digitação, quase todos os aparelhos atuais oferecem como opção o uso do T9, um sistema de escrita predictiva, originalmente desenvolvido pela Tegic e depois copiado e aperfeiçoado por outros fabricantes.

No T9, você pressiona apenas uma tecla para cada letra e o sistema deduz a palavra digitada com referência em um dicionário de palavras, procurando por combinações válidas das teclas digitadas. Para digitar a palavra “livro”, você pressionaria apenas “54876″.

Em situações em que existe mais de uma possibilidade, como ao teclar “7286″, que poderia ser “pato” ou “rato”, o sistema seleciona uma das palavras e, caso ela seja a incorreta, você pode alternar entre as possibilidades usando a tecla “*”. Os primeiros sistemas T9 simplesmente escolhiam em ordem alfabética, mas os atuais são capazes de examinar o contexto, escolhendo a palavra mais provável e aprender com o uso, aumentando a pontuação de palavras que são usadas com mais freqüência.

Naturalmente, para que o T9 funcione corretamente é preciso definir corretamente o idioma de escrita nas configurações (aparelhos comprados no exterior precisam muitas vezes de uma regravação de firmware para ganharem compatibilidade com o Português), o que define o dicionário e a tabela de otimizações que serão utilizados.

O dicionário inclui apenas palavras regulares, sem termos técnicos, palavras em outras línguas ou gírias. Para elas, existe a função “soletrar”, que permite digitar a palavra usando o sistema de teclas múltiplas. Depois de escritas uma vez, as novas palavras são incluídas automaticamente no dicionário.

Espaços e quebras de linha são inseridos usando a tecla “0″, enquanto pontos, vírgulas, arrobas, exclamações e outros caracteres especiais são inseridos usando a tecla “1″ (que precisa ser digitada múltiplas vezes), função que é complementada pela tecla “*”, que permite selecionar símbolos e caracteres especiais dentro de uma lista.

Nos smartphones da Nokia, a tecla “C” funciona como backspace. É possível chavear entre o T9 e o modo convencional pressionando a tecla “#” ou a tecla pen/ABC (o modo selecionado é mostrado no canto superior direito da tela). Isso permite que você insira siglas, termos técnicos e palavras em outras línguas que não fazem parte do dicionário de palavras sem precisar acessar a função soletrar.

Escrever usando o T9 exige uma boa dose de concentração no início, mas com o tempo a velocidade de digitação vai melhorando, já que, além de ir pegando mais prática, você vai alimentando o dicionário com novas palavras.
Tendo isso em vista, os fabricantes passaram a adotar o uso de teclados deslizantes em muitos modelos. Isso permite usar telas maiores (um exemplo é o HTC Touch Pro, que usa uma tela de 640×480) sem abrir mão do teclado, mas em compensação aumenta a espessura e o peso do aparelho, além de torná-lo mais caro. O HTC Touch, por exemplo, pesa nada menos do que 165 gramas, quase o dobro do peso de um Nokia 6120 Classic:

Com isso, quem quer um aparelho leve e compacto fica sem muitas opções além de comprar um modelo com o bom e velho teclado numérico.

Para amenizar o problema da digitação, quase todos os aparelhos atuais oferecem como opção o uso do T9, um sistema de escrita predictiva, originalmente desenvolvido pela Tegic e depois copiado e aperfeiçoado por outros fabricantes.

No T9, você pressiona apenas uma tecla para cada letra e o sistema deduz a palavra digitada com referência em um dicionário de palavras, procurando por combinações válidas das teclas digitadas. Para digitar a palavra “livro”, você pressionaria apenas “54876″.

Em situações em que existe mais de uma possibilidade, como ao teclar “7286″, que poderia ser “pato” ou “rato”, o sistema seleciona uma das palavras e, caso ela seja a incorreta, você pode alternar entre as possibilidades usando a tecla “*”. Os primeiros sistemas T9 simplesmente escolhiam em ordem alfabética, mas os atuais são capazes de examinar o contexto, escolhendo a palavra mais provável e aprender com o uso, aumentando a pontuação de palavras que são usadas com mais freqüência.

Naturalmente, para que o T9 funcione corretamente é preciso definir corretamente o idioma de escrita nas configurações (aparelhos comprados no exterior precisam muitas vezes de uma regravação de firmware para ganharem compatibilidade com o Português), o que define o dicionário e a tabela de otimizações que serão utilizados.

O dicionário inclui apenas palavras regulares, sem termos técnicos, palavras em outras línguas ou gírias. Para elas, existe a função “soletrar”, que permite digitar a palavra usando o sistema de teclas múltiplas. Depois de escritas uma vez, as novas palavras são incluídas automaticamente no dicionário.

Espaços e quebras de linha são inseridos usando a tecla “0″, enquanto pontos, vírgulas, arrobas, exclamações e outros caracteres especiais são inseridos usando a tecla “1″ (que precisa ser digitada múltiplas vezes), função que é complementada pela tecla “*”, que permite selecionar símbolos e caracteres especiais dentro de uma lista.

Nos smartphones da Nokia, a tecla “C” funciona como backspace. É possível chavear entre o T9 e o modo convencional pressionando a tecla “#” ou a tecla pen/ABC (o modo selecionado é mostrado no canto superior direito da tela). Isso permite que você insira siglas, termos técnicos e palavras em outras línguas que não fazem parte do dicionário de palavras sem precisar acessar a função soletrar.

Escrever usando o T9 exige uma boa dose de concentração no início, mas com o tempo a velocidade de digitação vai melhorando, já que, além de ir pegando mais prática, você vai alimentando o dicionário com novas palavras.

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Apache: Instalando o PhPBB

Com o servidor Apache no ar, o MySQL instalado e o suporte a PHP ativo, você tem pronta a estrutura necessária para instalar os diversos scripts de fórum, chat, gestores de conteúdo e outros. A maioria destes scripts é simples de instalar, você precisa apenas criar uma base de dados no MySQL ou Postgre, copiar os arquivos para uma pasta dentro do servidor web e editar um arquivo (ou acessar uma página de configuração através do navegador) para incluir as informações sobre o servidor (base de dados a ser usada, login e senha, etc.) e concluir a configuração.

Note que, embora o Apache e o MySQL sejam bastante seguros, nada garante que os scripts desenvolvidos por terceiros também serão. De nada adianta ter um servidor web extremamente seguro, se o script de gerenciamento de conteúdo que você instalou tem um buffer overflow no campo de login que permite executar comandos arbitrários, obter a senha do servidor MySQL (que o script usa para fazer seu trabalho) ou fazer alterações no conteúdo do site.

O ponto fraco na segurança de qualquer site ou fórum é quase sempre a segurança do script usado. Não escolha qual usar pensando apenas na facilidade de uso. Investigue o histórico de segurança e, uma vez escolhido qual usar, fique de olho nas atualizações de segurança.

O phpBB é um sistema de fórum bastante usado, que conta com um bom conjunto de recursos e um bom histórico de segurança. Ele é ideal para fóruns de pequeno e médio porte mas também atende bem a fóruns com um milhão de mensagens ou mais, graças ao bom desempenho em conjunto com o MySQL. Ele pode ser também usado em servidores Windows com o MS SQL ou mesmo com o Access, mas esta última opção não é muito recomendável.

O phpBB tem código aberto e é gratuito, você pode baixá-lo no:
http://www.phpbb.com/downloads/

Comece baixando o pacote principal. Enquanto escrevo, ele está na versão 3.0.1 e o arquivo é o “phpBB-3.0.1.tar.bz2“.

Para instalar, salve-o dentro do diretório raiz do site (”/var/www” ou “/var/www/html” se você não está usando virtual hosts), descompacte o arquivo e renomeie a pasta criada para o diretório onde o fórum deve ficar acessível. No meu caso, estou instalando-o na pasta “forum/”. Delete o arquivo original, pois não vamos mais precisar dele:

# cd /var/www
# tar -jxvf phpBB-3.0.1.tar.bz2
# mv phpBB3/ forum
# rm -f phpBB-3.0.1.tar.bz2

Aproveite para instalar também o suporte à internacionalização. O phpBB já foi traduzido para vários idiomas, incluindo português do Brasil e os pacotes estão disponíveis no http://www.phpbb.com/languages/.

Comece baixando o arquivo “lang_pt.tar.gz” (que contém a tradução propriamente dita) e descompacte-o dentro da pasta “/var/www/forum/language“. Baixe, em seguida, os arquivos “subsilver2_pt.tar.gz” e “prosilver_pt_br.tar.gz” (que contém botões e ícones com o texto de legenda traduzido para os dois temas usados pelo phpBB3) e descompacte-os na pasta “/var/www/forum/styles“

Veja que tudo isso pode ser feito via ftp ou sftp, mesmo que você não tenha acesso via shell no servidor. Tudo o que é preciso fazer é copiar os arquivos para as pastas apropriadas. Esse sistema de instalação foi desenvolvido, justamente, pensando em quem utiliza planos de hospedagem em servidores compartilhados.

Depois de copiar os arquivos, acesse a página “/forum/install/index.php” dentro da árvore do seu site. O acesso pode ser feito tanto localmente (http://127.0.0.1/forum/install/index.php) quanto via web. Esta é a página usada para concluir a instalação. É importante que você acesse a página assim que os arquivos forem copiados, pois ela fica acessível para qualquer um.

Acessando a opção “Instalar > Ir para o próximo passo”, o instalador realiza um teste rápido para verificar se o servidor atende aos requisitos de instalação. Em caso de erros nessa etapa, verifique se todos os pacotes foram instalados sem erros, se o servidor MySQL está ativo e se você não esqueceu de reiniciar o Apache depois de ter instalado o suporte a PHP.

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Entre No Msn Com Qualquer Conta

Hoje vocês irão aprender à como fazer um email qualquer (sendo de seu domínio ou não), à ter acesso para entrar no MSN Messenger.

Primeiramente, entre no site www.passport.com e procure no Menu da lateral esquerda por “Inscrever-me“:

Agora seleciona a opção “Sim, usar meu endereço de e-mail” e clique em “Continuar“:

Logo após irá aparecer um formulário de “Criar credenciais” com os seguintes campos (abaixo segue os campos e suas explicações):

Endereço de e-mail: Digite o e-mail que você quer dar acesso ao MSN Messenger [vale ressaltar que o endereço só pode conter letras, números, pontos (.), hifens (-) ou sublinhados (_)].

Senha: Digite a senha que você quer para entrar no MSN Messenger (A senha tem que ser no mínimo de seis caracteres e não pode conter nenhum espaço).

Digitar a senha novamente: Digite a senha que você colocou no campo “Senha“.

Pergunta: Selecione uma das perguntas disponíveis na página, pois caso você perder a senha, um dos meios recuperá-la é a pergunta/resposta secreta.

Resposta secreta: Responda a “Pergunta” que você selecionou no campo acima.

Imagem/Caracteres (código de verificação): Olhe atentamente os caracteres da “Imagem” colocada na página e após isso complete o campo “Caracteres” com os mesmos da imagem.

Pronto, após preenchido o formulário, reveja novamente o mesmo para ver se os campos estão corretamente preenchidos. Agora, clique em “Continuar” para prosseguir.

Após a ação, irá aparecer uma página para você confirmar o e-mail e o contrato. O e-mail que você quer para utilizar no MSN Messenger irá aparecer e logo ao lado irá aprecer um campo, digite o email no campo novamente e clique em “Concordo“.
Caso todos os campos estejam preenchidos corretamente, irá aparecer a mensagem:


Você criou suas credenciais

Agora você pode entrar usando o endereço de e-mail seu-email@dominio.com. Em breve, você receberá uma mensagem de e-mail naquele endereço com instruções para a confirmação da conta.

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